segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O PALHAÇO


O palhaço é engraçado
Tem o nariz vermelho
A boca pintada de branco                                                       
E gosta de se ver ao espelho

O palhaço adora crianças
E é muito divertido
Também faz rir os adultos
E às vezes é distraído

O palhaço é brincalhão
E é “ pouco “ inteligente
Mesmo que não esteja alegre
Faz animar toda a gente

O palhaço é amigo
Em especial das crianças
Deles, também os adultos
Guardam lindas lembranças

O palhaço é um ser humano
Sente o frio e a dor
Tanto chora como ri
É um verdadeiro actor

(Texto colectivo) 2º ano
Azenha, 28 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

HISTÓRIA EM REDE


QUE GRANDES ESCRITORES SOMOS NÓS!
- QUE BELAS IDEIAS TEMOS! TODAS JUNTAS DERAM ORIGEM A ESTA FANTÁSTICA HISTÓRIA. ORA LEIAM E DIGAM LÁ SE NÃO É VERDADE?!

???????????????????
Era uma vez uma árvore, com flores e um ninho com folhas. Um coelhinho andava aos saltos pelo campo....
O coelhinho gostava de comer cenouras e folhas. As borboletas vieram fazer companhia ao coelhinho, às galinhas e ao pato.
A galinha pôs um ovo que a menina Andreia apanhou e pediu à Mãe, Celeste, se o cozinhava para ela. A prima da Andreia, que se chamava Claúdia e também brincava no Jardim da Celeste, gostava de apanhar borboletas, com uma rede branca e cor-de-rosa, e depois coleccionava-as dentro dos livros das suas histórias preferidas.
Dentro desses livros dormiram um grande sono, e já sem vida, ficaram secas como as folhas de Outono. Até que, certo dia, apareceu por lá uma linda Fada de cabelos castanhos, que vestia um vestido azul com estrelinhas amarelas, uns sapatinhos vermelhos e uma brilhante coroa dourada.



Foi então, que a bela Fada fez uma magia, transformando as borboletas secas em borboletas com vida. E assim, as borboletas voltaram para a natureza, apanharam ar e voaram até ao Jardim da Celeste que estava cheio de flores coloridas, para grande felicidade da linda Fada. Porém, a prima Cláudia ficou triste porque ficou sem as borboletas da sua colecção.
Um dia, ao deitar-se para dormir, Claúdia, pegou num dos seus livros preferidos e para seu espanto não encontrou nele nenhuma borboleta. Muito triste deitou uma lágrima! Agarrou-se ao seu ursinho de peluche e adormeceu.
Durante o sono, a Claúdia sonhou com uma linda borboleta de asas coloridas com todas as cores da paleta. Ela tinha antenas prateadas e voava majestosamente.
 Neste sonho, a esplendorosa borboleta pousou no ombro da menina e falou-lhe baixinho:
- Claúdia não fiques triste por não teres as borboletas nos teus livros, a fada deu-lhes vida e elas voltaram a voar. Se gostas tanto de coleccionar, constrói um herbário com folhas e flores, para mais tarde recordar.
A menina acordou muito feliz, disse obrigada à mágica borboleta pela sua ideia e foi logo a correr para o jardim da Celeste.
Nesse jardim, Cláudia foi pedir ajuda à sua prima Andreia que ficou muito entusiasmada com esta brilhante ideia.
Foram à despensa, pegaram num cesto, enfiaram as mãozinhas numas luvas brancas e puseram mãos à obra. Como no jardim há uma enorme variedade de plantas, as primas, pensavam que iam ter uma tarefa muito fácil. Andavam tão animadas a procurar as folhas, que nem deram conta do tempo passar. Nisto, e já com o cesto cheio de folhas, a mãe da Andreia chamou:
- Meninas, está na hora do lanche!
Depois de um saboroso pão com mel e um delicioso copo de leite, voltaram ao jardim. Quando se aproximaram da frondosa camélia, onde tinham deixado o cesto,… qual não foi o seu espanto! O cesto tinha desaparecido! Nem queriam acreditar! Depois de tanto trabalho a encontrar e a seleccionar aquelas belíssimas folhas, estas tinham desaparecido sem deixar rasto!
- Oh não! As nossas belas folhas desapareceram. Sem elas não podemos fazer o nosso herbário! – disse a Cláudia muito desanimada .
- Não fiques triste! – disse a Andreia, tentando consolar a sua prima. – O nosso jardim tem imensas folhas, podemos recomeçar.
- Enquanto procuravam novas folhas, a Cláudia reparou em algumas espalhadas pelo chão, que formavam um rasto! Chamou a sua prima Andreia e seguiram-no juntas.
Quando acabou o rasto, repararam em algumas pegadas que iam em direcção a uma toca. Curiosas, entraram, decididas a resolver aquele mistério!
  Deram alguns passos e viram algo que se mexia. Aproximaram-se cuidadosamente e viram um coelhinho branco junto do cesto.
Mal o viram, disseram uma para a outra:
- Estás a ver o mesmo que eu?
- Sim, é o nosso cesto! É preciso ter muita lata! Nós, toda a tarde a trabalhar e o senhor coelho resolve roubar-nos as folhas?!
-  Mas o que é que te passou por essa cabeça orelhuda?!  - disse a Claúdia, muito zangada, dirigindo-se ao coelho.
O coelhinho, muito assustado, disse tentando defender-se:
- Des... des... desculpem, mas foi por uma boa causa! Eu estava só a tentar ajudar uns pobres passaritos que ficaram sem casa durante uma tempestade!...
As meninas olharam, uma para a outra, e resolveram ir ajudar os pobres passaritos.
O coelho ficou muito contente e perguntou-lhes:
- Querem saber onde estão os passaritos?
Elas responderam em coro:
-Sim!
Então seguiram o coelho e foram parar a uma floresta, com um lindo rio, árvores baixas e verdinhas.
O coelho apontou para uma das árvores, onde se encontrava o ninho destuído.
A Cláudia com muita pena disse:
-Coitadinhos! São tão pequeninos, tão indefesos!
E a sua prima continuou:
-Devem estar cheios de frio! Vamos é começar a construção do ninho, já não consigo esperar mais!
Lançaram mãos à obra, com todo o seu amor, dedicação e carinho.
-Finalmente acabamos o ninho.- disse a Cláudia.
A Cláudia olhou para o coelho e disse-lhe:
- Obrigada coelho por teres levado o cesto com as folhas, porque assim aprendi uma coisa muito inportante, é que as folhas são mais úteis na Natureza, do que colocadas dentro de livros!
-E que perfeito ficou! - exclamou a Andreia. - Podiamos pôr dentro do ninho comida e um postal de boas-vindas ao novo lar! - sugeriu o coelho.
A Andreia, como gostava de ajudar e não era preguiçosa, foi a casa buscar comida e um cartão para fazerem o postal.
Enquanto o coelho e a Cláudia esperavam, um passarito começou a piar, era sinal de fome!
Finalmente a Andreia chegou.
O coelho pegou no ninho, cuidadosamente, as meninas puseram lá dentro algumas sementes e o postal de boas-vindas.
Depois, o animal orelhudo, deu um grande salto e colocou o ninho no cimo da árvore.
Por fim, orgulhosos com o seu trabalho, despediram-se dos passaritos, que piaram alegremente.
De regresso a casa , os três conversavam sobre a boa acção que tinham feito.

Cada grupo/turma escolheu os seguintes títulos para a nossa história em rede:


1º- A lição da Cláudia
2º- Cláudia, Andreia e o coelho orelhudo
3º- O mistério
4º- Missão orelhuda
5º- A borboleta encantada
6º- A Cláudia e as suas coleções
7º- A boa ação
8º- Do sonho... à descoberta

Contamos agora com os pais para seleccionar / votar num deles.
Colabore votando, nos comentários, no que  mais lhe agrada.




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

MAIS UMA HISTÓRIA DO 1º ANO

O CASTELO ENCANTADO


Era uma vez uma menina chamada Maria. Ela tinha 6 anos, cabelo castanho, olhos verdes, cara redonda e adorava cães. Quando chegou o seu aniversário os seus pais prometeram levá-la a visitar os seus avós.
Quando a Maria lá chegou reparou que os seus avós viviam numa vila dentro de umas grandes muralhas. A casa dos avós ficava mesmo ao lado de um lindo castelo.
A Maria adorava príncipes e princesas, reis e rainhas, cavalos e cavaleiros, nunca se imaginou tão perto de um castelo e logo disse:
         - Avós podem-me levar a visitar aquele maravilhoso castelo?
         - Sim, minha neta, claro que sim!
A Maria muito apressada ia à frente, o seu cachecol voava pelo ar porque o vento estava a soprar.
Quando entrou a Maria suspirou. Deu uns passos e no átrio viu a rainha e o rei que lhe fizeram uma vénia. Aproximou-se deles e perguntou:
         - Aqui neste castelo vivem príncipes e princesas?
         - Sim, sobe à torre e verás o príncipe e a princesa.
A Maria chegou à torre do castelo e viu a princesa vestida com um lindo vestido vermelho.
A princesa adorou a pequena Maria por isso ofereceu-lhe um dos seus vestidos mais lindos.
A Maria veio para casa muito feliz e encantada. Os seus pais perguntaram-lhe:
         - Então Maria divertiste-te?
A Maria respondeu: - Claro que sim, até recebi um vestido da princesa. Vou usá-lo no dia de Carnaval e vou ser a mais linda das princesas.
Quando regressava a casa, já dentro do carro Maria olhou para o castelo e na torre o príncipe lhe acenou.

O Carnaval

O Carnaval
É uma festa tradicional,
De que todos gostamos
Porque é fenomenal!

Eu também gosto,
Porque nos mascaramos
E, aliás,
É para brincarmos.

Não é só para brincar
É também para divertir.
Vamos lá,
Toca a curtir!

                                                                        Autor: Bruno 4º ano

É Carnaval!

É Carnaval, é Carnaval
Vem um grande temporal
Com asas me vou mascarar,
E tentar voar!

Todos se vão admirar
Com o meu fato de encantar
Fui eu que o fiz
E com ele vou brincar.

Vamos lá para a rua
Toca brincar,
Pois este Carnaval
Ainda está a começar.



                                                                                Autor: Renato 4º ano

sábado, 19 de fevereiro de 2011

As Profissões - A Visita do Avô Pintor

A Visita do Avô Pintor

Na nossa sala, temos andado «às voltas» com as Profissões. Já conhecemos muitas e sabemos o nome de algumas, pois fizemos pesquisas em livros e descobrimos os seus nomes. Fizemos também, alguns trabalhos e pedimos ajuda às Famílias. Foi então que alguém se lembrou de convidar os avós para virem à nossa sala, ensinar os seus saberes. A Renata e a Natália falaram das profissões dos seus avós - um pintava e o outro trabalhava a madeira. Então lembraram-se de escrever cartas a convidá-los. E assim fizemos. O avô da Renata não se fez esperar e logo confirmou a sua vinda ao JI. Foi então, na passada segunda-feira que tivemos a visita do Avô Pintor. E que visita!...
O Avô Pintor começou por se apresentar, pôr o avental e por falar de todos os apetrechos que o acompanhavam - estirador, tela, pincéis, tintas acrílicas, pau de carvão, paleta, etc. Crianças e adultos acompanhavam todas as explicações e faziam as suas perguntas, enquanto o Avô pintor pintava a sua tela.  E foram tantas as aprendizagens... Aprendemos que - uma tela se deve pintar sempre de cima para baixo e da esquerda para a direita; que a tela deve estar virada para a luz; que se deve fazer antes um desenho daquilo que se quer pintar; que o desenho deve ser feito com pau de carvão; que as cores se vão misturando para dar outras cores diferentes; que o estirador se usa no ateliê e o cavalete no campo.
O tempo passou rápido e no final a Obra estava pronta - o Avô Pintor tinha transformado a tela branca num deslumbrante «Éclipse» em homenagem ao nosso livro do PNL «O Segredo do Sol e da Lua». Todos ficaram admirados com a rapidez com que o Avô Pintor tinha conseguido transformar todos aqueles materiais naquela impressionante «Obra deArte». Parecia mesmo um Éclipse!...
Por tudo isto, queremos dizer ao Avô Pintor - MUITO OBRIGADA por esta visita...
Agora aguardamos o Avô da Natália que já confirmou a sua visita ao Jardim de Infância.
Até lá e Bem Hajam!...











Os meninos da sala dos 5 anos
         Fevereiro 2011
              Edª Alice

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Carinhoso,  meigo e
Amigo,sou eu!
Rio muito facilmente.
Logo...sou muito divertido!
Orgulho-me de ter bons amigos.
Sonho ser muito feliz!

                                               Autor Carlos 4º ano

O Circo Palhação



ERA UMA VEZ DOIS PALHAÇOS, UM ELEFANTE, UM LEÃO E UM
ENCANTADOR DE COBRAS QUE TRABALHAVAM NO CIRCO PALHAÇÃO.
VEIO O ELEFANTE E FEZ COISAS BONITAS E AS PESSOAS BATERAM PALMAS.
DEPOIS VEIO O LEÃO QUE ESTAVA EM CIMA DE UM BANCO E ELE OBEDECEU
AO SENHOR E FEZ O SEGUINTE: PÔS AS DUAS PATAS DA FRENTE NO CHÃO E
AS PATAS DE TRÁS E SALTOU PARA O CHÃO E DEPOIS SALTOU PARA CIMA
OUTRA VEZ .
E O CIRCO ACABOU.
FICARAM TODOS CONTENTES E FORAM PARA CASA.






DAVID HENRIQUE MOTA CARDOSO
(Trabalho realizado nas aulas de Apoio Educativo com a Ed. Isabel ferreira)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

História em rede VII

  As meninas olharam, uma para a outra, e resolveram ir ajudar os pobres passaritos.
  O coelho ficou muito contente e perguntou-lhes:
  - Querem saber onde estão os passaritos?
   Elas responderam em coro:
  -Sim!
  Então seguiram o coelho e foram parar a uma floresta, com um lindo rio, árvores baixas e verdinhas.
  O coelho apontou para uma das árvores, onde se encontrava o ninho destuído.
  A Cláudia com muita pena disse:
   -Coitadinhos! São tão pequeninos, tão indefesos!
  E a sua prima continuou:
  -Devem estar cheios de frio! Vamos é começar a construção do ninho,  já não consigo esperar mais!
  Lançaram mãos à obra, com todo o seu amor, dedicação e carinho.
  -Finalmente acabamos o ninho.- disse a Cláudia.
  -E que  perfeito ficou! - exclamou a Andreia. 
  - Podiamos pôr dentro do ninho comida e um postal de boas-vindas ao novo lar! - sugeriu o coelho.
A Andreia, como gostava de ajudar e não era preguiçosa, foi a casa buscar comida e um cartão para fazerem o postal.
  Enquanto o coelho e a Cláudia esperavam, um passarito começou a piar, era sinal de fome! 
  Finalmente a Andreia chegou.
 O coelho pegou no ninho, cuidadosamente, as  meninas  puseram  lá  dentro  algumas  sementes  e  o postal  de  boas-vindas.
Depois, o animal orelhudo,  deu um grande salto e colocou o ninho no cimo da árvore.
Por fim, orgulhosos com o seu trabalho, despediram-se dos passaritos, que piaram alegremente.
 De regresso a casa , os três conversavam sobre a boa acção que tinham feito.
 A  Cláudia   olhou  para  o  coelho e  disse-lhe:
 - Obrigada coelho por teres levado o cesto com as folhas, porque assim aprendi uma coisa muito inportante, é que as folhas são  mais úteis na Natureza, do que  colocadas  dentro de livros!



Fim da história em rede.
alunos da turma do 4 º ano
Professora Cândida

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

OS CASTELOS

 Na sala dos 3 anos estamos a desenvolver o projecto: "Os Castelos". Assim transformamos a nossa casinha das bonecas num castelo feito com pacotes de leite escolar. Boa visita!


sábado, 12 de fevereiro de 2011

CARNAVAL É ...

CARNAVAL É …


Carnaval é
Máscaras
Mascarar
É pintar a cara
E assustar
Carnaval é
É vestir roupas
E vestidos
De Princesas
Príncipes
Bruxas
Fadas
E Super Heróis
Carnaval é
Surpresas
Bisnagas
Balões
Fitas
Confetis
Carnaval é
Palhaços
E palhaçadas
Magia
Fantasia
Gargalhadas
Carnaval é
Desfilar
Festa
Música
Dança
E muita, muita
ALEGRIA   
                                                     
Os meninos da sala dos 5 anos
         Fevereiro 2011
             Edª Alice
      

SER AMIGO É...

SER AMIGO É …


Ser Amigo é
Ser Solidário
Saber Partilhar
E brincar com os Amigos
Ser Amigo é
Gostar dos Amigos
Dar miminhos
Beijinhos
Abraços
E carinho
Ser Amigo é
Escrever cartas
Dar prendas
Quando os amigos fazem anos
Ser Amigo é
Conversar
E falar com os amigos
Quando estão tristes
Ser Amigo é
Respeitar
Proteger
E cuidar dos amigos
Fazê-los felizes
E não discutir com eles
Ser Amigo é
Muito Bom
E ter Amigos
É ainda melhor
                                                                   


Os meninos da sala dos 5 anos
         Fevereiro 2011
             Edª Alice

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Era uma vez...

ERA UMA VEZ UM PRINCIPE E UMA PRINCESA...
UM DIA O PRINCIPE DO CASTELO MADRUGADA , ANDAVA A PASSEAR NA
FLORESTA E VIU UMA PRINCESA E GOSTOU MUITO DELA.
ENTÃO RESOLVERAM CASAR, MAS ESTAVAM A PREPARAR UMA GUERRA
COM ESPADAS.
O PRINCIPE QUE ERA BOM E OS BONS ERAM MAIS VENCERAM OS MAUS.
A PRINCESA FEZ UMA MAGIA E OS MAUS TORNARAM-SE RÃS.
ENQUANTO O PRINCIPE ESTAVA NA GUERRA, OS GUARDAS FICAVAM A
GUARDAR O CASTELO, NAS MURALHAS, E A SUA PRINCESA RAQUEL.
QUANDO ACABOU A GUERRA, O PRINCIPE DAVID, VOLTOU PARA O CASTELO E FOI MUITO FELIZ COM A PRINCESA E NUNCA MAIS HOUVE
GUERRAS!




DAVID HENRIQUE MOTA CARDOSO

3º ANO


(Trabalho elaborado nas aulas de Apoio Educativo
com a Educadora Isabel Ferreira)


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ACRÓSTICO

Acróstico inspirado na história "O pai que se tornou mãe" do livro do PNL - Estranhões e Bizarros


                        Cauda da mãe
                        Amor
                        Vida
                     bAleia amiga
            deu à Luz
                     gOlfinho
                        I           
                        Mar
                    mAe Maria
                 morReu
                    paI Mário
                         Nasceram
                     filHos
                  de Ovos

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

História em rede VI


... qual não foi o seu espanto! O cesto tinha desaparecido! Nem queriam acreditar! Depois de tanto trabalho a encontrar e a seleccionar aquelas belíssimas folhas, estas tinham desaparecido sem deixar rasto!
_ Oh não! As nossas belas folhas desapareceram. Sem elas não podemos fazer o nosso herbário! – disse a Cláudia muito desanimada .
-         Não fiques triste! – disse a Andreia, tentando consolar a sua prima. – O nosso jardim tem imensas folhas, podemos recomeçar..
-         Enquanto procuravam novas folhas, a Cláudia reparou em algumas espalhadas pelo chão, que formavam um rasto! Chamou a sua prima Andreia e seguiram-no juntas.
Quando acabou o rasto, repararam em algumas pegadas que iam em direcção a uma toca. Curiosas,  entraram, decididas a resolver aquele mistério!
  Deram alguns passos e viram algo que se mexia. Aproximaram-se cuidadosamente e viram um coelhinho branco junto do cesto.
Mal o viram, disseram uma para a outra:
-         Estás a ver o mesmo que eu?
-         Sim, é o nosso cesto! É preciso ter muita lata! Nós, toda a tarde a trabalhar e o senhor coelho resolve roubar-nos as folhas?!
-         Mas o que é que te passou por essa cabeça  orelhuda?!  - disse a Claúdia, muito zangada, dirigindo-se ao coelho.
O coelhinho, muito assustado, disse tentando defender-se:
- Des... des... desculpem, mas foi por uma boa causa. Eu estava só a tentar ajudar uns pobres passaritos que ficaram sem casa durante uma tempestade...


Turma do 3º ano